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  • Lucro do Bank of America sobe a US$ 5,59 bilhões no 3º tri e supera previsão

    13/10/2017




    NOTICIA,


    Nova York - O Bank of America informou nesta sexta-feira que registrou lucro de US$ 5,59 bilhões no terceiro trimestre, alta de 13% em relação aos US$ 4,96 bilhões de igual período de 2016. O lucro ajustado por ação subiu a US$ 0,48 e superou a previsão dos analistas, de US$ 0,45. A receita do banco no terceiro trimestre foi de US$ 21,84 bilhões, acima dos US$ 21,64 bilhões de um ano atrás. Em uma base ajustada, a receita ficou em US$ 22,08 bilhões, também superando os US$ 21,86 bilhões do terceiro trimestre de 2016 e acima da previsão de US$ 21,98 bilhões. O retorno trimestral do Bank of America sobre suas ações ficou em 8,1%, um avanço ante o trimestre anterior, porém abaixo do custo teórico de capital de 10% do banco. A receita do banco com operações, excluindo-se ajustes de contabilidade, recuou 15%, a US$ 3,15 bilhões, de US$ 3,73 bilhões no terceiro trimestre do ano passado. Os gastos trimestrais caíram 2,5%, a US$ 13,14 bilhões, de US$ 13,48 bilhões um ano antes. Por volta das 8h30 (de Brasília), a ação do Bank of America subia 0,5% no pré-mercado em Nova York. Fonte: Dow Jones Newswires.

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  • PIB do agronegócio de SP cai 3,88% em 2017, para R$ 267,9 bi, dizem Fiesp e Cepea

    24/04/2018




    ECONOMIA
    Camila Turtelli

    São Paulo - O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio do Estado de São Paulo ficou em R$ 267,9 bilhões em 2017, queda de 3,8% ante o resultado de 2016, informa o Departamento do Agronegócio da Fiesp (Deagro), que fez o cálculo em parceria com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP.

    O índice computa tanto o crescimento da produção agropecuária quanto os preços, já descontada a inflação. Os setores acompanhados para a formação do índice registraram baixa no período avaliado, com quedas de 4,6% em insumos e agropecuária, e de 3,6% na indústria e nos agrosserviços.

    As colheitas menores de cana-de-açúcar e café, e a produção em baixa de etanol e do suco de laranja contribuíram com a queda. Em nota, Roberto Betancourt, diretor titular do Deagro, diz que apesar de possuir uma atividade agropecuária e industrial bastante diversificada, o setor sucroenergético é preponderante para a formação do resultado final do PIB do setor em São Paulo. "Na agroindústria, a maior influência veio do setor sucroenergético, puxada pelo recuo de preços do açúcar a despeito do aumento dos volumes produzidos", disse.

    Outros segmentos como os da indústria de suco de laranja, abate de aves e laticínios também recuaram. Já a indústria de café, bebidas, papel e celulose, apresentaram bons resultados no período. As indústrias de insumos agropecuários registraram faturamento 4,6% menor em relação ao ano anterior.

    No caso da agropecuária (produção primária), o desempenho negativo foi influenciado, principalmente, pela atividade agrícola, com queda de 5,8%, enquanto a pecuária ficou relativamente estável, com recuo de 0,2%. Os destaques positivos neste elo vieram de mandioca, laranja, ovos, leite e suinocultura.

    No caso da laranja, o aumento de produção foi o principal impulso ao faturamento. Mesmo com a oferta em alta, o nível de preços da laranja paulista registrou o maior patamar na avaliação anual, refletindo a maior demanda das indústrias processadoras. Segundo a Fiesp, o bom desempenho dessas culturas não foi suficiente para um resultado positivo, uma vez que as atividades de avicultura, bovinocultura, cana-de-açúcar, café, tomate, uva, entre outras, registraram fortes quedas.

  • Reoneração está sem perspectiva para votar, diz Orlando Silva

    24/04/2018




    ECONOMIA
    Igor Gadelha

    Brasília - O líder do PCdoB na Câmara, deputado Orlando Silva (SP), afirmou nesta terça-feira, 24, que não há perspectiva para votação do projeto da reoneração da folha de pagamento para alguns setores da economia. Ele disse ter pedido reunião com o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, para tratar do assunto. O encontro deve acontecer até a próxima quinta-feira.

    Silva ressaltou que partidos da oposição vão obstruir a votação do projeto que altera as regras do cadastro positivo. Segundo ele, há divergência em relação ao mérito proposta, que também enfrenta resistência de legendas da base entre elas, o PRB. Para Silva, o projeto trata de um tema "delicado" e "complexo" e, por isso, deve ser analisado com calma.

    "O presidente da Câmara quer votar o cadastro positivo. Mas não temos acordo para priorizar, porque há uma divergência de mérito", afirmou Silva em rápida entrevista após deixar a residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

    Segundo ele, a oposição propôs votar "três ou quatro" Medidas Provisórias (MP).

    "O entendimento nosso é pautar algumas MPs para que a semana não seja improdutiva como aconteceu nas últimas semanas.", declarou o líder do PCdoB, que é um dos principais aliados de Maia na oposição. "Faremos obstrução, exceto se houver entendimento sobre a pauta da Casa", emendou.

  • Indústria elétrica e eletrônica contratou 4.625 de janeiro a março, diz Abinee

    24/04/2018




    ECONOMIA
    Francisco Carlos de Assis

    São Paulo - A indústria de materiais e equipamentos elétricos e eletrônicos contratou 4.625 trabalhadores com carteira assinada de janeiro a março, segundo a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). Para o presidente da entidade, Humberto Barbato, trata-se do melhor primeiro trimestre em termos de contratações desde 2013, quando o número de novas vagas somaram 5.193 de janeiro a março.

    "A expansão observada do emprego reflete uma gradual recuperação da atividade produtiva do setor eletroeletrônico", afirma o executivo.

    Em março, o setor registrou 542 carteiras profissionais, segundo levantamento feito pela Abinee na base de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.

    Se comparado com fevereiro, mês em que o setor contratou 2.709, apesar de positivo as contrações desaceleraram. Foram também em número menor se comparadas com as 1.374 contratações feitas em janeiro.

    No período de 12 meses encerrados em março, a indústria elétrica e eletrônica abriu 3.086 novas vagas. Com o resultado do primeiro trimestre o número total de empregados diretos passou de 234,2 mil em dezembro de 2017 para 238,8 mil em março.

    "Apesar do crescimento, o setor ainda não recuperou as perdas recentes nos níveis de emprego. Em dezembro de 2014, a indústria elétrica e eletrônica empregava 294 mil trabalhadores", compara Barbato.

  • Demanda por crédito do consumidor sobe 4,3% no 1º trimestre, diz Boa Vista SCPC

    24/04/2018




    ECONOMIA


    São Paulo - A demanda por crédito do consumidor cresceu em 4,3% no acumulado do primeiro trimestre comparativamente a igual período do ano passado, segundo a Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Na comparação mensal dos dados de março com os de fevereiro foi registrada uma queda de 1,8% descontados os efeitos sazonais.

    Na avaliação interanual, de março deste ano contra março do ano passado, a demanda por crédito caiu 3,5%. No acumulado em 12 meses encerrados no terceiro mês do ano sobre igual período no ano anterior, a demanda avançou 2,7%.

    O indicador de demanda por crédito é calculado com base no número de consultas de CPFs feitas à base de dados da Boa Vista por empresas.

    Considerando os segmentos que compõem o indicador, no primeiro trimestre o segmento Financeiro apresentou o maior avanço, crescendo 9,8%. O segmento Não Financeiro avançou 0,5% na mesma base de comparação.

    De acordo com os técnicos da SCPC Boa Vista, "com a gradual melhoria da atividade econômica, o consumo deve seguir em um movimento de recuperação, colaborando para elevação da demanda por crédito".

    Ainda de acordo com eles, com as recentes melhorias nas perspectivas de juros e inflação, a tendência é a continuidade da retomada do indicador.

  • Faturamento da indústria de máquinas cai 5,6% em março, mostra Abimaq

    24/04/2018




    ECONOMIA
    Eduardo Laguna

    São Paulo - O faturamento da indústria nacional de máquinas e equipamentos alcançou R$ 6,04 bilhões no mês passado, 5,6% a menos do que o montante registrado em março de 2017, informou nesta terça-feira, 24, a Abimaq, entidade que representa as empresas do setor. Na comparação com fevereiro, um mês mais curto, houve alta de 13,8% nas vendas dessa indústria, entre entregas ao mercado doméstico e exportações.

    O resultado leva para R$ 15,98 bilhões o total faturado nos três primeiros meses do ano, o que corresponde a um leve crescimento de 0,8% frente ao primeiro trimestre de 2017.

    As exportações, que somaram US$ 801,1 milhões no mês passado, caíram 15,2% no comparativo interanual. Por outro lado, as vendas da indústria de máquinas a clientes nacionais subiram, na mesma base comparativa, 2,7%, chegando a R$ 3,41 bilhões no mês passado.

    Em março, o consumo de máquinas e equipamentos no País, que inclui as importações e é um termômetro dos investimentos nas linhas de produção, caiu 1% se comparado ao mesmo mês do ano passado. No total, as empresas brasileiras investiram R$ 7,93 bilhões em máquinas e equipamentos no mês passado, um crescimento de 24,9% frente a fevereiro.

    Só as importações caíram 4,3% na comparação com março de 2017, chegando a US$ 1,21 bilhão. Mas como as exportações caíram mais, o déficit comercial desse mercado - ou seja, a diferença entre o que o Brasil compra e exporta de bens de capital mecânicos - ficou em US$ 407,4 milhões, 27,8% a mais do que no mesmo período do ano passado. Ante fevereiro, as compras de máquinas e equipamentos do exterior subiram 17,9%.

    O balanço da Abimaq revela ainda que a utilização da capacidade instalada nas fábricas de máquinas chegou a 76,1% no mês passado, acima dos 69,5% de um ano atrás e dos 74% de fevereiro.

    A mão de obra no setor subiu 0,5% na comparação com março de 2017. A indústria de máquinas terminou o mês passado empregando 293,9 mil pessoas, 0,2% acima de fevereiro.

    Consumo de bens de capital

    O consumo de bens de capital mecânicos no Brasil caiu 3,9% nos três primeiros meses de 2018, chegando a R$ 20,85 bilhões, de acordo com o balanço da Abimaq.

    Apesar disso, por conta do aumento de 23,7% das exportações, a indústria de máquinas e equipamentos conseguiu um leve aumento de 0,8% do faturamento nos três primeiros meses de 2018. Após cinco anos seguidos de retração no faturamento do setor, a previsão da Abimaq é de aumento na faixa de 5% e 10% nas vendas dessa indústria.

    As importações subiram 5,4% nos três primeiros meses do ano, para US$ 3,48 bilhões. Como as exportações cresceram mais no trimestre, apesar do resultado negativo de março, o déficit comercial no setor caiu para US$ 1 bilhão no primeiro trimestre, 22,8% abaixo do saldo negativo de igual período do ano passado.

  • Ajustes estão sendo feitos no texto do cadastro positivo, diz Marun

    24/04/2018




    ECONOMIA
    Igor Gadelha

    Brasília - O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB), afirmou nesta terça-feira, 24, que técnicos da área econômica e parlamentares negociam mudanças no texto do projeto que altera as regras do cadastro positivo. A negociação acontece em reunião na residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

    Segundo Marun, uma das alterações é para garantir a proteção de dados do consumidor que optar por não ser incluído no cadastro. "Está se fazendo algum ajuste que se permita essa garantia da proteção dos dados para quem não quer estar no cadastro", afirmou o ministro em rápida entrevista ao deixar a reunião na casa de Maia.

    Marun afirmou que as alterações visam tentar facilitar a aprovação do projeto, que, na semana passada, enfrentava resistência até mesmo de partidos da base aliada, entre eles, o PRB.

    Justamente por causa dessa resistência, o presidente da Câmara adiou a votação da matéria no plenário da Câmara na semana passada.

  • Com alta demanda, IPO da Hapvida movimenta R$ 3,4 bilhões

    24/04/2018




    NOTICIA,
    Fernanda Guimarães

    São Paulo - A oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da operadora de planos de saúde Hapvida movimentou R$ 3,4 bilhões, com a ação precificada em R$ 23,50, um pouco acima do centro da faixa indicativa de preço, que ia R$ 20,41 a R$ 25,66. A estreia da ação na B3 será na quarta-feira, dia 25, sob o código "HAPV3". A listagem será no Novo Mercado, segmento de maiores exigências de governança. A demanda pela ação superou em cinco vezes a oferta. Com o valor da oferta primária, de R$ 2,631 bilhões, a companhia planeja expandir seu negócio, que pode ocorrer por meio de aquisições de carteiras de clientes, compra de hospitais, ou, ainda, investimentos orgânicos para ampliação geográfica da sua atual estrutura de atendimento. Um dos focos, segundo o prospecto preliminar do IPO, será expandir as atividades para a região Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Já a oferta secundária, referente à venda das ações detidas pelos atuais acionistas, somou R$ 800,747 milhões. Os bancos coordenadores foram BTG Pactual (líder), BofA Merrill Lynch e Goldman Sachs. Na segunda-feira, a ação da operadora de planos de saúde Notredame Intermédica estreou na B3. Também com elevada procura por investidores, o papel saltou no pregão de segunda-feira 22,73%, a R$ 20,25. Hoje ganha mais de 4%. Hapvida e Notredame reforçam a presença de empresas de saúde suplementar na bolsa e se unem à SulAmérica e Porto Seguro. Na fila para abrirem capital nesta semana estão ainda o Grupo Dass, fabricante de calçados que administra as marcas Fila e Umbro, e o banco Inter, que ainda aguarda maior interesse dos investidores agora que as ofertas de Hapvida e Notredame já foram lançadas.

  • Compras de aço pela rede de distribuição em março recuam 1,3%, diz Inda

    24/04/2018




    ECONOMIA
    Fernanda Guimarães

    São Paulo - As compras de aço pela rede de distribuição em março somou 283,7 mil toneladas, recuo de 1,3% em relação ao visto um ano antes, segundo dados divulgados nesta terça-feira, 24, pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda). No entanto, em relação a fevereiro, o aumento foi de 10%.

    Esse volume considera chapas grossas, laminados a quente, laminados a frio, chapas zincadas a quente, chapas eletro-galvanizadas, chapas pré-pintadas e galvalume.

    Já as vendas pelos distribuidores subiram 3,5% em março, ainda na relação anual, para 262,9 mil toneladas. Em relação ao mês imediatamente anterior houve alta de 1,2%. Com isso, os estoques da rede subiram 2,4% na relação anual para 887,3 mil toneladas. O giro avançou em março para 3,4 meses.

    As importações no mês passado somaram 123,6 mil toneladas, alta de 12,3% na relação anual. Ante o visto em fevereiro, o aumento foi de 103,2%.

    Para abril, a projeção da entidade é de que tanto as compras quanto as vendas subam 10%.

  • Planejamento lança painel de obras com informações sobre andamento de projetos

    24/04/2018




    ECONOMIA
    Eduardo Rodrigues

    Brasília - O Ministério do Planejamento lançou nesta terça-feira, 24, o "Painel de obras" com informações sobre o andamento de projetos do Programa Avançar, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasses (Siconv).

    No total, estão listadas 98.499 obras, que representam investimentos de R$ 1,23 trilhão desde 1998. O PAC responde por R$ 818 bilhões, repartidos em 27.647 obras. Já o Avançar tem 7.558 iniciativas, no valor de R$ 357,24 bilhões. O Siconv reúne R$ 52,06 bilhões referentes a 63.294 ações.

    No painel é possível consultar os contratos de cada empreendimento, com filtros por ano, localidade e órgão. Até o fim de 2018, devem ser incorporadas também as informações sobre as obras com recursos Fundo a Fundo.

    Do total já listado, 36,25% das obras estão concluídas, 5,29% estão em prestação de contas, 7,96% foram canceladas, 6,25% estão em ação preparatória e 43,99% estão em execução.

    Entre as 43.293 obras em execução, são 28.935 do Siconv (R$ 27.99 bilhões), 8.379 do PAC (R$ 485,94 bilhões) e 5.979 do Avançar (R$ 334,44 bilhões).

    O Avançar foi criado no governo Temer para retomar 7 mil obras que estavam paralisadas ou em ritmo muito lento. De acordo com o Planejamento, 19,3% dos projetos foram concluídos até o fim do ano passado. Do restante em andamento, quase a metade (45,5%) já têm mais de 80% de execução.

    As informações podem ser acessadas no endereço www.paineldeobras.planejamento.gov.br.

  • Vendas do Tesouro Direto somaram R$ 1,125 bi em março

    24/04/2018




    ECONOMIA
    Sandra Manfrini

    Brasília - As vendas de títulos do Tesouro Direto atingiram R$ 1,125 bilhão em março, num total de 179.700 operações, segundo balanço divulgado nesta terça-feira, 24, pelo Tesouro Nacional. Os resgates somaram R$ 1,225 bilhão, totalmente em recompras. Dessa forma, houve um resgate líquido de R$ 99,77 milhões e o estoque fechou em R$ 47,582 bilhões, um crescimento de 057% em relação ao mês anterior (R$ 47,3 bilhões).

    Em março, o título com maior demanda dos investidores foi o indexado à Selic (Tesouro Selic), cuja participação nas vendas atingiu 43,1%. Os títulos indexados à inflação (Tesouro IPCA+ e Tesouro IPCA+ com juros semestrais) corresponderam a 36,5% do total e os prefixados, 20,4%.

    Com relação ao prazo de emissão, 24,4% das vendas no Tesouro Direto no mês corresponderam a títulos com vencimentos acima de 10 anos. As vendas de títulos com prazo entre 5 e 10 anos representaram 25,6% e aquelas com prazo de 1 e 5 anos, 50,0% do total.

    Estoque

    Com um estoque de R$ 47,582 bilhões, os títulos remunerados por índices de preços respondem pelo maior volume, alcançando 61,3% do estoque. Em seguida, aparecem os títulos indexados à Selic, com 24,7% e, por fim, os prefixados, com 14,0%.

    Em relação à composição do estoque por prazo, 2,2% dos títulos vencem em até um ano. A maior parte dos papeis, 58,3%, é composta por títulos com vencimento entre 1 e 5 anos. Os papeis com prazo entre 5 e 10 anos correspondem a 20,2% e os com vencimento acima de 10 anos, a 19,3%.

    Em março, 65,273 mil novos participantes se cadastraram no Tesouro Direto. Com isso, o número total de investidores cadastrados no final do mês atingiu 2,050 milhões, o que representa um aumento de 55,1% nos últimos 12 meses. O número de investidores ativos chegou a 591.034, uma variação de 28,1% nos últimos 12 meses.