Notícias

  • GP Investments anuncia fusão com a Rimini Street

    16/05/2017




    NOTICIA,
    Marcelle Gutierrez

    São Paulo - A GP Investments anunciou acordo para fusão com a Rimini Street, pelo qual se fundirá com a GP Investments Acquisition Corp (GPIAC). A transação envolverá a emissão de 63,8 milhões de ações ordinárias da GPIAC, ao preço de US$ 10,00 por ação para os atuais acionistas da Rimini. "Após a fusão, a GPIAC será renomeada como Rimini Street, Inc. e continuará a ser negociada na Nasdaq sob a sigla RMNI", informou a GP, em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O enterprise value antecipado da Rimini é de aproximadamente US$ 837 milhões, com uma capitalização após a transação de US$ 854 milhões ao preço de US$10,00 por ação. Em paralelo à consumação da transação, a GPIAC migrará sua jurisdição das Ilhas de Cayman para o Estado de Delaware, EUA. Após a conclusão, os acionistas da GPIAC deverão deter aproximadamente 25% da companhia combinada em base totalmente diluída, enquanto os atuais acionistas da Rimini Street trocarão as suas ações da Rimini por aproximadamente 75% da companhia combinada. A Rimini Street é fornecedora de serviços de manutenção de softwares corporativos, incluindo produtos licenciados pela Oracle Corporation e pela SAP SE. Em 31 de março de 2017, a Rimini reportou receitas anualizadas acima de US$ 196 milhões, totalizando um CAGR (taxa composta anual de crescimento) de 37% desde 2014. A operação será submetida à aprovação dos acionistas da GPIAC em Assembleia Geral Extraordinária convocada para o dia 23 de maio. A expectativa é de que seja concluída até o terceiro trimestre de 2017.

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  • Governo trabalha com cenário de aprovação da reforma em fevereiro, diz Caetano

    22/01/2018




    ECONOMIA
    Adriana Fernandes e Idiana Tomazelli

    Brasília - Com um discurso ainda confiante na aprovação da reforma da Previdência , o secretário de Previdência Social do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano, disse que o governo trabalha com o calendário de aprovação da proposta fixado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ): 19 de fevereiro. Caetano negou que o governo tenha alterado sua estratégia e, agora, já trabalhe para aprovar a reforma em novembro, diante das dificuldades de apoio dos deputados.

    "O governo trabalha com a aprovação da reforma em meados de fevereiro", insistiu ele várias vezes. Sobre as recentes declarações de Rodrigo Maia céticas à aprovação da proposta, o secretário foi diplomático. Segundo Caetano, o presidente da Câmara tem sido um "líder" fundamental para aprovação da reforma, com foco na quebra dos privilégios.

    Um dos responsáveis pela elaboração da proposta, Caetano afirmou ainda que o governo "trabalha" para aprovar texto da reforma "tal qual" está previsto na emenda aglutinativa apresentada no final do ano passado e que já reduziu o impacto das mudanças nas contas públicas.

    "Não há compromisso do governo em mudar a emenda aglutinativa", afirmou ele, em resposta à possibilidade de flexibilização da emenda aglutinativa. O secretário, no entanto, se mostrou aberto ao diálogo: "Vamos conversar", disse.

    Caetano ponderou que qualquer negociação de mudança terá que observar três parâmetros: manutenção do princípio de igualdade das regras da Previdência para todos; impacto nas contas públicos e como uma eventual alteração se reflete no apoio para aprovar a proposta.

    Em defesa da aprovação já da proposta, Caetano disse que a reforma da Previdência é essencial. "Observem os números. Os déficits crescem na ordem de dezenas de bilhões por ano. Temos que enfrentar", afirmou.

    Caetano voltou a alertar que, sem o enfrentamento da reforma, o Brasil poderá viver uma situação semelhante ao que aconteceu com a Grécia e Portugal, onde a solução para os problemas da Previdência acabou sendo a redução dos benefícios. Na sua avaliação, dá tempo ainda de aprovar a reforma da Previdência preventiva e evitar esse cenário no Brasil.

    Economia gerada

    A economia esperada com a aprovação do texto atual da reforma da Previdência está em cerca de R$ 588 bilhões em 10 anos, disse Caetano. Segundo ele, R$ 500 bilhões se devem à mudança nas regras de aposentadoria e pensão no INSS. No regime geral de servidores da União, a economia esperada é de R$ 88 bilhões em uma década.

    O secretário também esclareceu que a economia é bem menor no primeiro ano de vigência das novas regras, mas cresce ao longo do tempo.

    Caetano ressaltou a importância de aprovar a reforma da Previdência, uma vez que o avanço do déficit será muito acentuado na próxima década, quando a taxa de fecundidade (número de filhos por mulher) deve ficar ainda menor do que já é hoje.

  • Demanda de empresas por crédito cai pelo 3º ano seguido, revela Serasa

    22/01/2018




    ECONOMIA
    Maria Regina Silva

    São Paulo - A demanda das empresas por crédito no País registrou queda de 0,3% em 2017 na comparação com 2016, de acordo com a Serasa Experian. Trata-se do terceiro ano consecutivo de recuo na demanda do setor por crédito. A última alta, de 5,0%, foi verificada em 2014. Contudo, a entidade informa que a retração apurada em 2017 é menos intensa que a de 2,2% em 2016 e a de 1,9% em 2015.

    A queda na procura por crédito no ano passado reflete, segundo os economistas da Serasa, o declínio de 4,5% no primeiro semestre. Já na segunda metade de 2017 houve aumento de 3,9% em relação ao segundo semestre de 2016, em razão da continuidade da redução das taxas de juros. Entretanto, ponderam, a elevação foi insuficiente para compensar o recuo da primeira metade de 2017.

    De acordo com a Serasa, a queda na demanda por crédito foi determinada pelo comportamento das médias e grandes empresas, que apresentaram declínio de 7,6% e de 6,6%, respectivamente. Já as micro e pequenas empresas registraram estabilidade na demanda por crédito no ano passado.

    O setor de serviços mostrou avanço de 0,8% na procura por crédito. Contudo, a alta foi superada pela queda de 2,6% das empresas industriais e de 1,0% das empresas comerciais.

    No ano passado, a demanda empresarial por crédito cedeu em quase todas as regiões. No Norte, houve declínio de 2,0%, enquanto no Centro Oeste a retração foi de 1,5%. Já no Nordeste (-0,3%) e no Sul (-0,1%), o recuo foi menos intenso. Somente no Sudeste a demanda empresarial por crédito subiu (1,4%) em 2017.

  • Previdência tem déficit de R$ 268,798 bi em 2017

    22/01/2018




    ECONOMIA
    Idiana Tomazelli e Adriana Fernandes

    Brasília - O déficit da Previdência da União (INSS e servidores) atingiu R$ 268,798 bilhões em 2017. As contas do INSS registraram déficit de R$ 182,45 bilhões em 2017, divulgou nesta segunda-feira, 22, a Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda. Já o déficit da Previdência dos servidores da União foi de R$ 86,348 bilhões. O rombo do INSS cresceu 21,8%, uma alta de R$ 32,717 bilhões em relação ao verificado em 2016, quando o déficit ficou em R$ 149,7 bilhões.

    Diante do crescimento do rombo na Previdência, o governo tem alertado os parlamentares para a necessidade de mudança nas regras para evitar o avanço desses gastos sobre as demais despesas do Orçamento. A votação da reforma da Previdência está marcada para 19 de fevereiro, mas o governo ainda não tem os 308 votos necessários para a proposta passar na Câmara dos Deputados.

    Nas contas do INSS, a Previdência urbana ficou com um déficit R$ 71,709 bilhões. Já na Previdência rural, o rombo foi maior, de R$ 110,740 bilhões.

    Em valores atualizados pelo INPC, o déficit do INSS chegou a R$ 183,923 bilhões no ano passado.

    No mais recente relatório de avaliação de receitas e despesas do Orçamento de 2017, publicado em dezembro, a previsão do governo era de um déficit de R$ 185,861 bilhões na Previdência no ano passado.

    Militares

    A previdência dos militares registrou um déficit de R$ 37,684 bilhões em 2017, informou o Ministério da Fazenda nesta segunda-feira. As despesas da previdência dos militares chegou a R$ 41,02 bilhões, enquanto as receitas somaram apenas R$ 3,342 bilhões.

    Já a previdência dos servidores civis registrou um déficit de R$ 45,244 bilhões. As receitas foram de R$ 33,783 bilhões e as despesas atingiram R$ 79,027 bilhões.

    2018

    O déficit do INSS deve ficar em R$ 192,842 bilhões em 2018, disse o secretário de Previdência, Marcelo Caetano. Ele admitiu, porém, que a previsão pode mudar ao longo do ano.

    Por enquanto, o governo trabalha com uma receita previdenciária da ordem de R$ 400 bilhões neste ano. As despesas, por sua vez, devem ficar em torno dos R$ 600 bilhões. O número não contempla as aposentadorias do regime próprio de servidores da União.

  • Número de novas empresas cresce 13,6% em 2017 ante 2016, diz Boa Vista SCPC

    22/01/2018




    ECONOMIA
    Thaís Barcellos

    São Paulo - O número de novas empresas cresceu 13,6% no Brasil em 2017 na comparação com o ano anterior, de acordo com o levantamento da Boa Vista SCPC. Contudo, no quarto trimestre do ano passado, a quantidade de companhias criadas caiu 2,2% ante o terceiro trimestre.

    Na classificação por forma jurídica, o Microempreendedor Individual (MEI) continuou com papel de destaque em 2017 ante 2016, crescendo 19,1%, enquanto as Microempresas (Mes) tiveram expansão de 6,8%. Já os demais tipos de companhias registraram queda de 12,8% na mesma base de comparação.

    Em termos de composição, o MEI representou 75,5%, as microempresas participaram com 16,8% e as demais categorias corresponderam a 7,8% do total.

    Por setores, Serviços teve um leve aumento na participação em 2017, de 55,6% para 55,9%. O Comércio teve ganho de 1,3 ponto porcentual, para 35,1%. Já o setor industrial perdeu espaço, passando de 9,9% para 7,9%. O segmento rural correspondeu a 1,2% do total no período.

    Quanto à divisão territorial, todas as regiões apresentaram alta de 2016 para 2017. Centro-Oeste (18,6%) e Sul (17,1%) foram as que acumularam mais empresas novas no ano, seguidas pelo Norte do País (15,1%), Sudeste (12,8%) e Nordeste (10,2%).

    O levantamento foi realizado pela Boa Vista SCPC a partir das novas empresas registradas na Receita Federal, considerando todo o território nacional.

  • Marcel Telles segue acompanhando desempenho da Ambev como conselheiro da AB InBev

    22/01/2018




    NOTICIA,
    Dayanne Sousa

    São Paulo - A Ambev informou em nota à imprensa que um de seus fundadores, Marcel Telles, renunciou ao conselho de administração da companhia, mas "seguirá acompanhando o desempenho da Ambev". A nota destaca que Telles é "um dos principais investidores da cervejaria e integrante do conselho de administração da AB InBev". Telles renunciou ao cargo de membro do conselho e deixou também o Comitê de Operações, Finanças e Remuneração. Para sua vaga no conselho de administração foi eleito Milton Seligman, que ocupou o cargo de vice-presidente de Relações Corporativas da companhia entre 2001 e 2014.

  • Brasil ganha 12 novos bilionários e 5 deles têm 50% do patrimônio dos mais pobres

    22/01/2018




    ECONOMIA
    Fernanda Guimarães

    São Paulo - Mesmo com a economia ainda patinando, o Brasil ganhou no ano passado 12 novos bilionários, segundo pesquisa realizada pela Oxfam, organização internacional não-governamental de combate à pobreza e desigualdade, Com isso, são hoje 43 bilionários no País. No mundo atualmente há 2,043 mil bilionários, sendo que nove entre dez são homens.

    A pesquisa mostra ainda que o patrimônio somado dos bilionários brasileiros chegou a R$ 549 bilhões no ano passado, um crescimento de 13% em relação ao ano anterior. O levantamento diz que o Brasil tem hoje cinco bilionários com patrimônio equivalente ao da metade mais pobre da população brasileira.

    O relatório foi lançado nesta segunda-feira, 22, antes do início da reunião anual do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça.

    Do Brasil participarão, além do presidente Michel Temer, o ministro da Fazenda Henrique Meirelles; Luiz Carlos Trabuco, presidente do Bradesco; Candido Botelho Bracher, presidente do Itaú Unibanco, e Paul Bulcke, presidente da Nestlé.

    O levantamento mostra ainda que de toda a riqueza gerada no mundo em 2017, 82% ficou com 1% da população.

    O trabalho diz que tratar apenas da geração de novas empresas, mantendo as atuais condições precárias de trabalho, é "uma forma ineficiente de se eliminar a pobreza".

    A Oxfam recomenda que, para melhorar essa situação, seria necessário limitar os retornos a acionistas e altos executivos de empresas, acabar com as diferenças salariais por gênero, garantir que os ricos paguem uma cota justa de impostos e tributos e aumento dos gastos com serviços públicos, como de saúde e educação.

  • Anac concede outorga de 10 anos à Oceanair para transporte aéreo

    22/01/2018




    NOTICIA,
    Luci Ribeiro

    Brasília - A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) outorgou, pelo prazo de dez anos, a concessão para a exploração de serviço de transporte aéreo público regular de passageiro e carga à sociedade empresária Oceanair Linhas Aéreas. A empresa é sediada em São Paulo (SP). A decisão está publicada no Diário Oficial da União (DOU).

  • Embraer reitera que não há garantia de combinação de negócios com Boeing

    22/01/2018




    NOTICIA,
    Fabiana Holtz

    São Paulo - A Embraer reiterou, em esclarecimento a notícias publicadas na imprensa, que não há garantia de que a pretendida combinação de negócios com a norte-americana Boeing venha a se concretizar e "tampouco é possível definir que estrutura ou desenho", ainda que preliminarmente, virá a ser adotada. Recentemente, o noticiário local sobre as conversas informava que as duas empresas estariam discutindo um novo modelo de negócios. Como informado em 21 de dezembro, a Embraer e a Boeing têm desenvolvido entendimentos preliminares na busca por uma estrutura de combinação de negócios que atenda o interesse comum de ambas e de seus acionistas, "respeitado, no caso específico da Embraer, as restrições legais e estatutárias, bem como o interesse da segurança nacional". Segundo comunicado, as duas companhias e o governo brasileiro têm buscado se aprofundar na questão, registrando a Embraer o enfoque construtivo que vem adotando o governo brasileiro. A Embraer informou ainda que adota, de acordo com as melhores práticas de governança corporativa, o procedimento de verificar imediatamente junto a seus administradores que tenham conhecimento dos fatos em cada caso.

  • Governo formaliza envio do projeto de lei de privatização da Eletrobras

    22/01/2018




    ECONOMIA
    Anne Warth, Carla Araújo e Luci Ribeiro

    Brasília - O Diário Oficial da União (DOU) publica nesta segunda-feira, 22, a mensagem de envio ao Congresso Nacional do projeto de lei sobre a privatização da Eletrobras, conforme antecipou o Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado. A proposta foi assinada pelo presidente Michel Temer na sexta-feira, 19, depois de reunião com os ministros de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, e da Fazenda, Henrique Meirelles.

    O projeto "dispõe sobre a desestatização da Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobras e altera a Lei nº 10.438, de 26 de abril de 2002, a Lei nº 9.991, de 24 de julho de 2000, e a Lei nº 5.899, de 5 de julho de 1973". A matéria segue para o Congresso em regime de urgência, para que a tramitação ocorra em 45 dias.

    A avaliação é que o envio do projeto de lei neste momento será uma sinalização positiva para o governo levar à 48ª edição do Fórum Econômico Mundial. O presidente Michel Temer embarca na noite desta segunda-feira para a Suíça, sede do evento.

    A assinatura do projeto de lei também é uma tentativa de demonstrar que o governo não mudou de ideia e continua disposto a privatizar a empresa. O ceticismo em relação à proposta cresceu diante da resistência do Congresso e de disputas judiciais que envolvem o tema. A proximidade das eleições também pode prejudicar as discussões.

    De acordo com comunicado do Palácio do Planalto, o projeto de lei vai limitar a 10% o poder de voto para qualquer acionista que detenha participação no capital superior a esse limite e vai assegurar a vedação a acordo de acionistas que ultrapassem esse limite. "Estas medidas evitam a concentração de mercado e a tomada hostil de controle por outra companhia", diz o comunicado.

    O projeto de lei também garante à União uma ação de classe especial "golden share". A ação "protege o modelo de corporação e garante a indicação de um membro do Conselho de Administração, além daqueles associados à participação societária da União previstos na Lei das S.A". "Com isso, a Eletrobras se tornará uma corporação nacional permanente e promotora de eficiência e competição".

    A ação vai garantir à União poder de veto em casos de liquidação, modificação do objeto, das sedes e da denominação social da Eletrobras e de suas subsidiárias e alteração de alguns itens do estatuto social.

    Uma parte dos recursos gerados com a descotização da energia das hidrelétricas da Eletrobras será repassada aos consumidores para abater encargos setoriais que oneram a conta de luz. A outorga e o valor adicionado pelos novos contratos de concessão será calculado pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

    O projeto de lei prevê que a descotização será feita de forma gradual, num prazo de no mínimo três anos e de no máximo cinco anos. Ainda de acordo com o comunicado, os consumidores vão se beneficiar da queda no custo de transmissão de energia. Isso porque o projeto de lei substitui o indicador que atualiza a indenização das transmissoras do setor, atualmente o custo de capital própria, para o WACC (custo médio ponderado de capital).

    "Além dos ganhos advindos da valorização de sua participação societária, a União passará a receber dividendos do resultado econômico da empresa na proporção da sua participação, bem como o incremento da arrecadação tributária decorrente da lucratividade esperada", diz o comunicado.

    "A operação contribuirá diretamente ao equilíbrio fiscal, pois a empresa deixará de competir com recursos públicos necessários à educação, saúde e segurança", acrescenta o governo.

    O projeto de lei prevê a destinação de R$ 9 bilhões para ações de recuperação e revitalização da Bacia do Rio São Francisco. Os recursos serão pagos pela Eletrobras ao longo dos 30 anos de concessão, com parcelas anuais de R$ 350 milhões nos primeiros 15 anos e de R$ 250 milhões nos últimos 15.

    O projeto de lei mantém sob controle da União a Usina Binacional de Itaipu e a Eletronuclear, dona das usinas de Angra 1 e Angra 2 e da futura Angra 3.

  • Petrobras anuncia quedas de 1,40% no preço da gasolina e de 0,20% no diesel

    22/01/2018




    ECONOMIA


    São Paulo - A Petrobras anunciou um novo reajuste para os combustíveis, com queda de 1,40% no preço da gasolina nas refinarias e recuo de 0,20% no preço do diesel. Os novos valores valem a partir desta terça-feira, dia 23.

    A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.