Notícias

  • Inflação na zona do euro desacelera inesperadamente a 1,2% em abril

    03/05/2018




    ECONOMIA


    Londres - O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro subiu 1,2% na comparação anual de abril, perdendo força em relação ao aumento de 1,3% observado em março, segundo dados preliminares divulgados hoje pela agência de estatísticas da União Europeia, a Eurostat.

    A prévia de abril surpreendeu analistas consultados pela Dow Jones Newswires, que previam aumento da taxa a 1,4%.

    O resultado também mostrou que a inflação na zona do euro se afastou mais da meta do Banco Central Europeu (BCE), que é de uma taxa ligeiramente inferior a 2,0%.

    Apenas o núcleo do CPI do bloco, que exclui os preços de energia e de alimentos, teve alta de 0,7% na comparação anual de abril, menor que o acréscimo de 0,9% previsto por analistas. Fonte: Dow Jones Newswires.

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  • Produção de petróleo cai 2,3% em março e atinge 2,55 mi de barris/dia, diz ANP

    02/05/2018




    ECONOMIA
    Denise Luna

    Rio - A produção de petróleo no Brasil atingiu 2,55 milhões de barris por dia em março, queda de 2,3% em relação ao mês anterior, e praticamente estável na comparação com o mesmo mês do ano passado. A produção no pré-sal brasileiro correspondeu a mais da metade da produção total, registrando 1,39 milhão de barris por dia, 1,27% abaixo do produzido em fevereiro, porém 15,8% maior se comparado há um ano.

    O motivo do incremento foi a abertura de 14 novos poços no pré-sal, indica relatório da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgado nesta quarta-feira.

    Em março, segundo a ANP, a produção de gás natural disponibilizada ao mercado foi da ordem de 57,2 milhões de metros cúbicos. O aproveitamento do gás natural foi de 9,6%, registrando queda na queima do combustível de 7,6% se comparado ao mês anterior.

    Os campos marítimos produziram 95,5% do petróleo em março e 83,4% do gás natural. Ao todo, o Brasil teve no mês passado 7.584 poços em produção, sendo 710 marítimos e 6.874 terrestres, informou a ANP.

    O campo de Lula continua como maior produtor, com 54% do total, seguido por Sapinhoá, com 21%. A bacia de Santos segue como maior produtora, com 1,57 milhão de barris diários de petróleo e gás natural por dia (boe/dia), ante 1,19 milhão de boe/dia da bacia de Campos.

  • Estaleiro indiano GSL busca parceria com brasileiro

    02/05/2018




    NOTICIA,
    Renata Batista

    Rio - O presidente do estaleiro estatal indiano GSL (Goa Shipyard Limited), Rear Admiral Shekhar Mital, apresentou nesta quarta-feira, 2, a cerca de 20 representantes de estaleiros brasileiros, sua proposta de parceria para projetos no país e na América Latina. O GSL é um dos estaleiros que participa da concorrência da Marinha para a construção de quatro corvetas, cujas propostas deverão ser entregues em 18 de junho. A expectativa do setor naval é que a concorrência se encerre antes das eleições, para evitar o risco de que um novo governo venha a cancelar o projeto. "Os navios poderão ser construídos no Brasil ou na Índia, ou poderemos levar profissionais brasileiros para trabalhar na nossa unidade em Goa e conhecer nosso processo de produção. Estamos abertos a todo o tipo de parceria", disse o presidente, que na última semana visitou uma dezena de estaleiros em quatro estados - Rio, Pernambuco, Santa Catarina e Ceará. "Muitos estavam completamente parados, vazios. O Brasil pode se tornar uma plataforma de produção do GSL para América Latina", completou. O GSL é um dos cinco estaleiros estatais da Índia, especializado em navios militares. No Brasil, porém, o executivo diz ter interesse em prestar serviços também para o setor de petróleo e gás, principalmente por meio de seu escritório de desenvolvimento de projetos. A infraestrutura de alguns estaleiros brasileiros, de alto calado, favorece a parceria porque, na Índia, a área ocupada pelo estaleiro é de baixo calado. Questionado sobre o histórico de atrasos nas contratações do setor naval no Brasil, particularmente da Marinha, cuja última concorrência para compra de cinco navios de patrulha oceânica (OPV) terminou com apenas uma unidade completa entregue, o executivo disse que atrasos ocorrem em estaleiros do mundo todo, em países desenvolvidos e em desenvolvimento. Não são uma contingência brasileira, afirmou. Destacou, porém, o histórico do GSL que, segundo ele, tem realizado todas as suas entregas antes dos prazos. "A maior parte dos atrasos ocorre por problema no fluxo de caixa. Então, o mais importante é ter um bom projeto executivo e ajustar o fluxo de caixa ao projeto. É o que temos feito", respondeu.

  • PMI industrial da zona do euro cai a 56,2 em abril, menor patamar em 13 meses

    02/05/2018




    ECONOMIA
    Sergio Caldas

    São Paulo - O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial da zona do euro caiu de 56,6 em março para 56,2 em abril, atingindo o menor nível em 13 meses, segundo dados finais publicados hoje pela IHS Markit. O resultado veio um pouco acima da prévia de abril e da previsão de analistas consultados pela Dow Jones Newswires, de 56 em ambos os casos.

    Apesar da queda, a leitura acima da marca de 50 sugere que a manufatura na zona do euro continuou se expandindo de forma sólida no mês passado, mas em ritmo mais contido. Com informações da Dow Jones Newswires.

  • PMI industrial da China sobe a 51,1 em abril, segundo IHS Markit

    02/05/2018




    ECONOMIA
    Sergio Caldas

    São Paulo - O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial da China subiu de 51 em março para 51,1 em abril, segundo pesquisa final divulgada pela IHS Markit em parceria com a Caixin Media.

    O avanço da leitura acima da marca de 50 indica que a manufatura chinesa continuou se expandindo no mês passado e em ritmo ligeiramente mais forte.

  • TCU dá aval a governo para usar recursos do Fistel para cumprir regra de ouro

    02/05/2018




    ECONOMIA
    Breno Pires

    Brasília - O Tribunal de Contas da União deu aval para que o governo federal utilize recursos de um fundo criado para financiar a fiscalização do setor de telecomunicação (Fistel), para cumprir a chamada "regra de ouro" do Orçamento. A norma constitucional impede a emissão de dívida para pagar despesas correntes como salários e aluguéis. O governo federal já informou que o saldo do Fistel que pretende utilizar é de R$ 10,5 bilhões.

    Essa medida é um dos caminhos encontrados pela área econômica para garantir o cumprimento da regra de ouro, que tem um rombo de R$ 203,4 bilhões para 2018. Parte desse buraco será coberto com a segunda parcela de devolução de recursos pelo BNDES, no valor de R$ 100 bilhões, mas outras alternativas serão essenciais para fazer frente ao tamanho da insuficiência que existe para este ano.

    Na semana passada, o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, disse que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) não perderá recursos com a operação. O objetivo do Fistel é custear despesas do governo federal na fiscalização das telecomunicações. É composto pelas taxas de Fiscalização de Instalação (TFI) e de Fiscalização de Funcionamento (TFF).

    O TCU decidiu que o saldo remanescente na conta contábil do Fistel é de livre utilização pelo Tesouro Nacional, desde que garantida a operação normal da Anatel demonstrada no planejamento quinquenal de receitas e despesas, e assegurados os repasses dos recursos do Fistel que compõem as receitas do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), do Fundo Nacional de Cultura (FNC) e do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT)

    O tribunal também esclareceu ao governo que o montante de recursos a ser desvinculado do Fistel "se condiciona ao atendimento das parcelas destinadas às necessidades plurianuais da Anatel e dos repasses para constituição das receitas do Fust, FNC e FNDCT, nos termos das leis específicas que criaram esses três fundos".

    Consultas

    Além do Fistel, o Ministério do Planejamento tem mais duas outras consultas ao TCU pendentes de análise. Uma é sobre a desvinculação de superávits de anos anteriores e de recursos de royalties de petróleo. No caso dos royalties, a estimativa preliminar é de que a medida possa liberar outros R$ 27 bilhões. Até agora, segundo apurou a reportagem, a área técnica do TCU não vê impedimentos legais para atender ao governo.

    A questão mais complexa é a dos royalties, porque, se ficar constatado que a vinculação é constitucional, seria necessária uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC). Com a intervenção federal no Rio de Janeiro, nenhuma PEC pode tramitar no Congresso. Em último caso, na avaliação da área técnica da corte de contas, o governo poderia recorrer ao Congresso para aprovar um crédito suplementar - única exceção prevista na Constituição para permitir emissão de dívida para pagar despesas correntes.

    Em abril, a equipe econômica do governo apresentou a solução para cumprir em 2019 a chamada 'regra de ouro' do Orçamento. O projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2019 vai trazer uma autorização para prever receitas e despesas condicionadas à aprovação de um crédito suplementar ou especial de até R$ 254,3 bilhões, tamanho do rombo na regra para o ano que vem.

  • Vendas reais em supermercados crescem 12% em março

    02/05/2018




    ECONOMIA
    Dayanne Sousa

    São Paulo - Os supermercados brasileiros reportaram alta real de 12,12% nas vendas em março ante igual período do ano anterior, conforme o Índice Nacional de Vendas da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). O indicador é deflacionado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

    No acumulado do primeiro trimestre do ano, as vendas registram crescimento real de 2,28% ante o mesmo trimestre de 2017. Na comparação com fevereiro, as vendas de março foram 17,23% maiores em termos reais.

    A Abras informou que os números de março foram influenciados por um efeito de calendário. A Páscoa, importante data sazonal para o setor, ocorreu este ano em março em vez de abril.

    Apesar do efeito calendário, o presidente da entidade, João Sanzovo Neto, afirmou em nota que o resultado do primeiro trimestre pode ser entendido como um sinal de recuperação para o setor. "Lentamente, as pessoas estão voltando a consumir", disse.

    Em termos nominais, sem considerar a inflação, o resultado de março foi 15,11% mais alto que o do mesmo mês do ano passado. No trimestre, o crescimento nominal acumulado é de 5,67%.

    Os preços de produtos em supermercados brasileiros caíram 0,92% em março de 2018 na comparação com fevereiro do mesmo ano, de acordo com a Abrasmercado, cesta composta por 35 produtos de largo consumo pesquisada pela GfK e analisada pelo Departamento de Economia e Pesquisa da Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

    O preço total da cesta chegou a R$ 438,83 em março, ante R$ 442,88 em fevereiro. Na comparação com março de 2017, houve queda de 5,74%.

    Entre as maiores altas de março, estão produtos como farinha de mandioca, cujo preço subiu 4,08%, e leite longa vida, com alta de 4,01%. Já entre as maiores quedas estão o tomate, que recuou 10,51%, e o feijão, com queda de 6,03%.

  • Até publicação de atos, entendimento é de que não haverá sobretaxação, diz MDIC

    02/05/2018




    ECONOMIA
    Renan Truffi e Tânia Monteiro

    Brasília - O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Marcos Jorge, disse nesta quarta-feira, 2, que o governo federal não acredita que o Estados Unidos irão sobretaxar o aço e o alumínio enquanto não houver a publicação de atos relativos a essa medida por parte do governo norte-americano. Para o ministro, ficou entendido que a suspensão da sobretaxa será prorrogada por mais dias.

    "A primeira suspensão de 30 dias está expirando e estamos esperando que eles possam fazer uma prorrogação até que eles façam publicação definitiva da decisão norte-americana. Até que isso ocorra, o que nós temos entendido é que não haverá sobretaxação", afirmou Marcos Jorge.

    O ministro disse que o governo está conversando com a iniciativa privada para determinar qual deve ser a postura do governo brasileiro diante das medidas adotadas pelos Estados Unidos, mas afirmou que a ideia é garantir que a sobretaxa não diminua o volume de exportações feitas para os norte-americanos.

    "Estamos dialogando com o setor privado, mas o que é muito sensível para nós é reduzir o fluxo das nossas exportações. Nós estamos pedindo que os EUA mantenham o volume das nossas exportações para o comércio americano", afirmou o ministro. "Nós exportamos no ano passado principalmente produtos semiacabados, que são 80% da nossa exportação para o comércio americano", defendeu.

    Ele evitou responder se o governo irá aceitar a aplicação de cotas contra o aço e o alumínio brasileiros. "Agora nós estaremos aguardando a publicação para, a partir da decisão unilateral dos EUA, é bom deixar isso muito claro, nós decidirmos qual encaminhamento vamos adotar", repetiu.

    Mais cedo, o governo divulgou nota no qual afirma que as autoridades norte-americanas decidiram interromper o processo de negociação que vinha ocorrendo entre os dois países e resolveram aplicar, imediatamente em relação ao Brasil, as sobretaxas que estavam temporariamente suspensas ou, de forma alternativa e sem possibilidade de negociação adicional, cotas restritivas unilaterais.

    Em março, os Estados Unidos anunciaram que iriam aplicar uma sobretaxa de 25% sobre as importações de aço e de 10% sobre o alumínio. Desde então, o Brasil vinha tentando um acordo com o governo norte-americano para evitar as sobretaxas aos produtos do País. O principal argumento era de que 80% do aço exportado para os EUA é semiacabado, ou seja, insumo para a indústria local. Com o fim das negociações, restaram ao País apenas duas opções: sobretaxa ou cota.

    "Diante da decisão anunciada pelos EUA, os representantes do setor de alumínio indicaram que a alternativa menos prejudicial a seus interesses seria suportar as sobretaxas de 10% inicialmente previstas. Já os representantes do setor do aço indicaram que a imposição de quotas seria menos restritiva em relação à tarifa de 25%", informa a nota.

  • MDIC: alta do preço do petróleo compensou redução do volume exportado

    02/05/2018




    ECONOMIA
    Eduardo Rodrigues

    Brasília - O diretor de estatísticas e apoio às exportações do Ministério da Indústria Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Herlon Brandão, destacou nesta quarta-feira, 2, que o aumento do preço internacional do barril de petróleo mais que compensou a redução do volume exportado pelo Brasil de janeiro a abril deste ano.

    No primeiro quadrimestre, a quantidade exportada de petróleo em bruto caiu 7%, mas o preço aumentou 15,5% em relação ao mesmo período do ano passado, o que resultou em um aumento de 24,2% no valor vendido.

    "Embora haja redução de 7% em volume, esperamos um aumento das vendas neste ano. Há uma questão pontual de manutenção em plataformas da Petrobras e de outros produtores. O destaque é aumento do preço internacional do petróleo", completou.

    Perguntado sobre a recente alta do dólar em relação ao real, Brandão avaliou que os movimentos das últimas semanas não devem mudar o cenário do ano para balança comercial, já que a maior parte das decisões de compra e venda já foi tomada. "No curto e médio prazo os contratos já estão feitos", acrescentou.

  • Fed afirma que espera inflação perto da meta 'simétrica' de 2% no médio prazo

    02/05/2018




    ECONOMIA
    Nicholas Shores

    São Paulo - O Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) afirmou em comunicado sobre sua decisão de política monetária que espera ver a inflação em 12 meses nos EUA se aproximar da meta "simétrica" de 2% no médio prazo. O Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) da instituição decidiu nesta quarta-feira manter a taxa dos Fed Funds inalterada, na faixa entre 1,50% e 1,75%.

    O trecho do documento com referência à expectativa do BC americano para a inflação teve uma ligeira alteração em relação à nota da reunião de política monetária de março, na qual o Fed afirmava esperar no médio prazo que os preços subissem e se estabilizassem "em torno" do objetivo de 2%.

    Além disso, a instituição removeu da frase sobre os riscos de curto prazo para a perspectiva econômica dos EUA a afirmação de que o FOMC "está monitorando de perto desenvolvimentos da inflação".

    Mesmo assim, no parágrafo sobre futuros ajustes nos Fed Funds, o BC americano afirma que o comitê "vai monitorar cautelosamente os desenvolvimentos atuais e esperados da inflação em relação a sua meta simétrica".

    No comunicado de hoje, o Fed aponta ainda que, "na base de 12 meses, tanto a inflação geral quanto a inflação excluindo alimentação e energia se aproximaram de 2%".

    Apesar da perspectiva de que o avanço dos preços convirja para a meta, o BC americano avalia que medidas de mercado de compensação da inflação "permanecem baixas" e, em geral, pesquisas que medem expectativas de inflação para o longo prazo "mudaram pouco".

    "Dados recentes sugerem que o crescimento dos gastos dos consumidores apresentou moderação após um ritmo forte no quarto trimestre de 2017", pondera.

  • Maia: 'Já pedi ao governo contagem de votos para projeto da Eletrobras'

    02/05/2018




    ECONOMIA
    Igor Gadelha

    Brasília - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), cobrou nesta quarta-feira, 2, do governo uma contagem de votos em relação ao projeto que permite a privatização da Eletrobras. Ele disse que precisa desse número para avaliar se há condições de votar a matéria na Casa.

    "Já pedi ao governo que me diga quantos votos a base tem para avaliar se dá para votar ou não o projeto da Eletrobras", declarou o parlamentar fluminense em rápida entrevista ao chegar à Câmara. O desejo dele é votar a matéria na segunda quinzena de maio no plenário da Câmara.

    Maia também admitiu que, hoje, não há apoio suficiente para aprovar o projeto da reoneração da folha de pagamento de alguns setores da economia. "Os líderes ainda não deram sinal verde para votar. Se for pautar para perder, é melhor aguardar um pouco", disse.

    O presidente da Câmara disse que hoje a Casa deve votar apenas alguns requerimentos para tramitação de matérias em regime de urgência e que, somente na próxima semana, as votações voltarão ao ritmo normal.

    "O governo tem que estar melhor articulado aqui, senão desmobiliza a base. Mas a gente vai votar algumas urgências hoje e, a partir da semana que vem, a gente volta para o ritmo de votação normal", afirmou.