Notícias

  • Caterpillar tem lucro líquido de US$ 1,67 bilhão no 1º TRI e supera expectativa

    24/04/2018




    NOTICIA,


    Nova York - A Caterpillar informou nesta terça-feira que teve lucro líquido de US$ 1,67 bilhão no primeiro trimestre, ou US$ 2,74 por ação, bem superior ao de US$ 192 milhões, ou US$ 0,32 por ação, de igual período do ano passado. Excluindo-se itens não recorrentes, o lucro ajustado por ação ficou em US$ 2,82, acima da previsão dos analistas ouvidos pela FactSet, de US$ 2,12. A receita da companhia cresceu 31% na comparação anual, de US$ 9,82 bilhões a US$ 12,86 bilhões no trimestre passado. O resultado também superou a expectativa, de US$ 11,98 bilhões. A Caterpillar ainda elevou sua previsão de lucro ajustado por ação em 2018, para entre US$ 10,25 e US$ 11,25. Anteriormente, projetava entre US$ 8,25 a US$ 9,25. Após os resultados positivos do balanço, a ação subia 4,36% no pré-mercado em Nova York, às 8h50 (de Brasília). Fonte: Dow Jones Newswires.

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  • Whirlpool tem lucro líquido de US$ 94 milhões no 1º trimestre

    23/04/2018




    NOTICIA,
    Mateus Fagundes

    São Paulo - O lucro líquido da Whirpool caiu de US$ 153 milhões (US$ 2,01 por ação) para US$ 94 milhões (US$ 1,30 por ação) na comparação do primeiro trimestre de 2017 com o mesmo período de 2018, informou há pouco a companhia. Na contramão, a receita bruta da empresa, que no Brasil controla as marcas Brastemp e Consul, saltou de US$ 4,786 bilhões para US$ 4,911 bilhões, na mesma comparação. Já o lucro líquido ajustado por ação passou de US$ 2,50 para US$ 2,81. Ainda assim, o resultado desta rubrica frustrou a expectativa de analistas ouvidos pela FactSet, que projetavam alta para US$ 2,96. No after hours em Nova York, a ação da Whirlpool caíam 2,88%, para US$ 145,99.

  • Governo está analisando o que fará com MP da reforma trabalhista, diz Jucá

    23/04/2018




    ECONOMIA
    Julia Lindner, Renan Truffi e Fernando Nakagawa

    Brasília - O líder do governo no Senado, Romero Jucá (MDB-RR), afirmou, em nota, que o Palácio do Planalto está analisando de que forma fará alterações na reforma trabalhista: através da edição de um decreto ou de uma nova medida provisória (MP).

    A MP 808, editada em novembro do ano passado, sugeria alterações de pontos polêmicos do texto original, mas perde a validade nesta segunda-feira, 23. "O governo está analisando o que fará com a MP da reforma trabalhista, está analisando a edição de um decreto ou até mesmo uma nova MP. O compromisso do governo foi feito ao enviar a MP mas, por disputas políticas, o projeto não tramitou na Câmara dos Deputados. Há um vácuo pelo fato de a MP ter caducado, mas o governo fará o que for necessário para que haja uma complementação da reforma trabalhista", escreveu Jucá.

    Sem a MP 808, a reforma trabalhista passa a vigorar com o texto integral aprovado pela Câmara e chancelado pelo Senado. A aprovação entre os senadores só foi possível após acordo com o líder do governo para que posteriormente fosse editada uma MP que modificasse alguns pontos.

    Medidas provisórias têm força de lei ao serem editadas pelo governo, mas deixam de vigorar se não forem votadas pelo Congresso dentro do prazo de validade. A MP que "caduca" hoje estabelecia, por exemplo, que trabalhadores contratados no regime intermitente - que permite à empresa convocar os trabalhadores quando necessário, remunerando-os pelas horas - teriam de pagar a diferença da contribuição ao INSS quando a renda mensal não atingisse um salário mínimo. Se não pagasse a diferença, o mês não seria contado para aposentadoria e seguro-desemprego. Também previa regras para quarentena e fim de contrato para esses trabalhadores.

    A medida provisória ainda estabelecia outros pontos, entre eles, autorização para grávidas trabalharem em locais insalubres, desde que com autorização médica. Para os pontos que não forem regulamentados por decreto, ficarão valendo as regras da reforma aprovadas pelo Congresso Nacional e que entraram em vigor no final de 2017.

  • Colnago: governo pretende usar R$ 10,5 bi do Fistel para cumprir regra de ouro

    23/04/2018




    ECONOMIA
    Eduardo Rodrigues

    Brasília - O ministro do Planejamento, Esteves Colnago, confirmou nesta segunda-feira, 23, que o saldo do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel) que o governo pretende usar para cumprir a regra de ouro em 2018 será de cerca de R$ 10,5 bilhões. O ministro reiterou que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) não perderá recursos com a operação.

    "Até o fim do ano, estimamos que o superávit no Fistel será de R$ 10,5 bilhões. Esse é o saldo contabilizado de 2012 até hoje. Os recursos estão à disposição e não há porque o governo não usá-los", disse Colnago, após reunião no Tribunal de Contas da União (TCU) com o ministro interino da corte de contas, André Luis de Carvalho.

    Colnago está fazendo uma rodada de encontros com os ministros do órgão de controle para esclarecer eventuais dúvidas sobre a questão, que será analisada pelo tribunal. Ainda nesta tarde, ele se encontrará com a procuradora-geral do TCU, Cristina Machado, que havia pedido mais tempo para analisar a matéria. O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, também participa dos encontros, junto com outros representantes da Fazenda e do Planejamento.

    O TCU vai analisar, a pedido do Ministério Público, a consulta do governo federal sobre a possibilidade de utilizar os recursos hoje vinculados ao Fistel para cumprir a chamada regra de ouro do orçamento, que impede a emissão de dívida para pagamento de despesas correntes. O uso desse dinheiro na prática diminui a necessidade do governo de emitir dívida, minimizando o risco de desrespeito à norma, o que configuraria crime de responsabilidade.

  • Servidores da Aneel vão apresentar lista tríplice com candidatos para diretoria

    23/04/2018




    ECONOMIA
    Anne Warth

    Brasília - Em meio às movimentações de indicações políticas para a escolha dos diretores da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os servidores do órgão decidiram apresentar uma lista tríplice de candidatos para o cargo, a exemplo do que ocorre na Procuradoria Geral da República (PGR) e na escolha do cargo de reitor da Universidade de São Paulo (USP).

    A ideia, segundo a Associação dos Servidores da Agência Nacional de Energia Elétrica (Asea), é contribuir para o fortalecimento da instituição e para o amadurecimento das carreiras do órgão. A lista será apresentada no dia 7 de maio e, em seguida, será enviada aos atuais diretores da Aneel, ao Ministério de Minas e Energia, à Casa Civil da Presidência da República e ao Senado Federal. O primeiro turno da votação ocorreu entre os dias 18 e 20 de abril e teve a participação de 405 pessoas, ou 65% do quadro de servidores.

    O primeiro lugar ficou com Leandro Caixeta Moreira, assessor do diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino. Ele recebeu 99 votos. Empatadas no segundo lugar, com 90 votos, ficaram Nara Rúbia de Souza, chefe de gabinete de Rufino, e Camilla de Andrade Gonçalves Fernandes, superintendente adjunta de Fiscalização dos Serviços de Geração de Energia Elétrica; em seguida, ficaram Alessandro D' Afonseca Cantarino, superintendente de Fiscalização dos Serviços de Geração, e Ludimila Lima da Silva, superintendente Adjunta de Concessões e Autorizações de Geração.

    Entre a 5ª e a 10ª posição, ficaram, por ordem, Tiago de Barros Correia, diretor da Aneel; Hélvio Neves Guerra, superintendente de Concessões e Autorizações de Geração; Ticiana Freitas de Sousa, Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira; Rui Guilherme Altieri Silva, presidente do Conselho de Administração da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE); e Adriana Drummond Vivan, especialista de Gestão de Tecnologia de Informação.

    Cinco candidatos vão passar para o segundo turno, etapa que vai definir os três integrantes da lista tríplice. Essa eleição vai ocorrer entre os dias 2 e 4 de maio. Os interessados em participar dessa fase deverão se manifestar. Quem desistir abre espaço para a entrada dos demais candidatos mais votados.

  • UBS tem alta de 19% no lucro do 1º trimestre e supera expectativas

    23/04/2018




    NOTICIA,


    Zurique - O UBS divulgou hoje que teve lucro líquido de 1,51 bilhão de francos suíços (US$ 1,55 bilhão) no primeiro trimestre do ano, 19% maior que o ganho obtido em igual período de 2017. Analistas consultados pelo próprio banco suíço previam lucro menor no último trimestre, de 1,38 bilhão de francos suíços. O resultado foi atribuído ao bom desempenho da unidade de gestão de ativos do UBS. Já o lucro operacional do UBS, que tem sede em Zurique, subiu para 7,7 bilhões de francos suíços entre janeiro e março, de 7,53 bilhões de francos suíços um ano antes, também superando a projeção do mercado, que era de 7,64 bilhões de francos suíços. Fonte: Dow Jones Newswires.

  • Volks: Brasil precisa combater gargalos de infraestrutura para competir

    23/04/2018




    ECONOMIA
    André Ítalo Rocha

    São Paulo - Para mostrar as dificuldades das montadoras instaladas no Brasil para competir com outras ao redor do mundo, o presidente da Volkswagen para a América do Sul, Pablo Di Si, recorreu ao futebol. "Não podemos jogar contra o Barcelona ou o Real Madrid e sermos da quarta divisão do Brasil ou da Argentina", disse nesta segunda-feira, 23, o executivo, que é argentino e foi jogador de futebol antes de entrar para o mundo dos negócios.

    Para ele, não adianta o Brasil firmar acordos de livre de comércio com outros países se antes não combater os gargalos de infraestrutura, que elevam os custos e atrasam a entrega dos produtos. Na sua avaliação, o livre comércio no setor automotivo deve ser buscado no médio e longo prazo, para que o País tenha tempo de se preparar para competir.

    "Se você vai jogar a Champions League principal competição entre clubes da Europa daqui a 10 anos e não treina, vai tomar de 15 a zero. Com as montadoras vai acontecer o mesmo", disse o executivo, que criticou principalmente o tempo que os carros levam para deixar os terminais dos portos.

    Ele participa de evento do setor em São Paulo, realizado pela editora AutoData.

  • PMI composto da zona do euro se mantém em 55,2 em abril

    23/04/2018




    ECONOMIA
    Sergio Caldas

    São Paulo - O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro, que mede a atividade nos setores industrial e de serviços, ficou em 55,2 em abril, inalterado em relação a março, segundo dados preliminares publicados hoje pela IHS Markit. O resultado surpreendeu analistas consultados pela Dow Jones Newswires, que previam queda do indicador a 54,8.

    O PMI composto do bloco é o menor desde o início de 2017, mas está bem acima da média de 53,8 verificada nos últimos cinco anos, ressaltou a IHS Markit. A leitura acima da marca de 50,0 também indica que a atividade econômica na zona do euro continua em expansão neste mês, no mesmo ritmo de março.

    Somente o PMI industrial do bloco caiu de 56,6 em março para 56 em abril, atingindo o menor patamar em 14 meses. Neste caso, a projeção do mercado era de queda do índice a 56,1.

    Por outro lado, o PMI de serviços da zona do euro subiu de 54,9 em março para 55 em abril. Analistas previam baixa do indicador, a 54,6. Com informações da Dow Jones Newswires.

  • TCU tem identificado contratos de obras travestidos de contratos de concessões

    23/04/2018




    ECONOMIA
    Letícia Fucuchima

    São Paulo - O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas voltou a afirmar que o órgão tem identificado, em suas auditorias, graves problemas com contratação de partes relacionadas nos projetos de concessão. Durante evento em São Paulo, o ministro destacou que os contratos de concessão têm servido de instrumento para contratar obra e citou como exemplos aeroportos concedidos à iniciativa privada. Nas auditorias de alguns terminais aeroportuários, o TCU avaliou que as concessionárias contrataram suas empreiteiras acionistas e superfaturaram as obras para depois repassarem à Infraero o prejuízo.

    "Ou criamos regra para impedir esse problema com partes relacionadas, ou não será possível construir um modelo novo de concessão", disse Dantas, que é relator dos processos referentes ao Ministério dos Transportes no biênio 2017-2019.

    Durante sua fala, o ministro afirmou ainda que a Secretaria do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) terá de dialogar com os todos os ministros do Tribunal caso queira evitar que o TCU rejeite a minuta do edital e os estudos para a concessão da Rodovia de Integração do Sul (RIS), a primeira do setor previsto para este ano. "Ou procuram todos os ministros, ou está rejeitado", declarou.

    Um relatório da área técnica do TCU apontou diversos problemas no material apresentado pelo governo para o projeto da RIS. De acordo com o apurado pelo jornal "O Estado de S. Paulo", o documento conclui que os estudos de concessão omitiram "importantes investimentos" no trecho e favoreceram a inclusão de aditivos contratuais após a realização do leilão, o que beneficiaria a futura concessionária com o aumento de tarifas de pedágio. O parecer traz 34 determinações de mudanças no edital e condiciona sua aprovação a uma nova avaliação pelo TCU.

    Bruno Dantas defendeu que os integrantes do PPI "desçam do Olimpo" e digam em que pontos o parecer do TCU falhou e em que pontos acertou. Ele entende que não há como o diagnóstico estar completamente errado, de modo que o governo deverá voltar atrás em alguns pontos se quiser que a concessão tenha andamento.

  • Participação de empresas menores nos desembolsos dobrou em 30 anos, diz BNDES

    23/04/2018




    ECONOMIA
    Vinicius Neder

    Rio - Em quase 30 anos, as micro, pequenas e médias empresas (MPME) dobraram sua participação nos desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo o artigo "A atuação histórica do BNDES: o que os dados têm a nos dizer?", estudo produzido pelo Departamento de Pesquisa Econômica do BNDES, no período 1990-94, as MPMEs ficavam em média com 16% dos desembolsos do banco de fomento. De 2015 a 2017, a participação ficou em 33%.

    "Outra constatação dos autores é que os setores econômicos mais apoiados pelos BNDES variaram conforme a dinâmica da economia brasileira. Ao longo da história da instituição, a indústria recebeu a maior parte dos desembolsos do Banco, mas em determinados períodos, como entre os anos 2011 e 2017, o setor de infraestrutura se destacou.

    Desde os anos 90, também ganharam força os setores de agropecuária e comércio e serviços (incluído neste último o apoio do BNDES a estados e municípios)", diz a nota divulgada nesta segunda-feira, 23, pela assessoria de imprensa da instituição de fomento.

    Ainda conforme a nota, o artigo mostra ainda que, a partir dos anos 2000, o BNDES atingiu o maior tamanho ao longo de sua história. "No auge da crise mundial, em 2009 e 2010, os financiamentos do BNDES alcançaram o equivalente a 21% da formação bruta de capital fixo (FBCF) e 4,3% do PIB, respectivamente, refletindo a atuação anticíclica da instituição", diz a nota.

    Por causa da crise fiscal e da recessão, porém, o BNDES mudou de rumo. Desde 2015, os desembolsos vêm retrocedendo, atingindo, atualmente, níveis observados no fim da década de 1990.

    Segundo a assessoria de imprensa do BNDES, uma das fontes para o estudo é o site "Memória BNDES", lançado recentemente. "A página apresenta os 65 anos de história do BNDES, por meio de uma linha do tempo com os principais acontecimentos do País e da instituição e de depoimentos de ex-empregados e autoridades, desde a criação, em junho de 1952, até os dias atuais", diz a nota.

  • Volks: Brasil e Argentina podem mudar acordo automotivo antes do fim do prazo

    23/04/2018




    ECONOMIA
    André Ítalo Rocha

    São Paulo - Brasil e Argentina podem mudar, no segundo semestre deste ano, as regras do acordo de exportação e importação de veículos, que começou em 2015 e expira somente em 2020, afirmou nesta segunda-feira, 23, o presidente da Volkswagen para a América do Sul, Pablo Di Si. As mudanças, se confirmadas, devem ampliar o prazo de vigência e aumentar o flex, nome que o setor dá para a quantidade de dólares que o Brasil pode exportar para a Argentina a cada US$ 1 importado de lá.

    A última vez que o acordo foi renovado, em 2016, estabeleceu que o flex seria de 1,5. Isso significa que, para cada US$ 1 importado das fábricas argentinas, as brasileiras podem exportar US$ 1,5. O combinado foi que a relação se manteria até 2019, com uma elevação para 1,7 nos últimos 12 meses de vigência, que se encerrariam em junho de 2020.

    Agora, o governo brasileiro quer elevar o flex e ampliar o prazo. Na opinião do presidente da Volkswagen, o novo flex deverá ficar entre 1,5 e 2, com a possibilidade de haver um aumento gradual a cada ano. Di Si afirmou que, se dependesse dele, o flex aumentaria a cada ano até chegar a 2 em 2030.

    As discussões entre Brasil e Argentina em torno do acordo ocorrem meses depois de o governo argentino ter começado a cobrar garantias das empresas que não estavam respeitando o flex. Como o mercado brasileiro estava em queda, havia pouca demanda por carros argentinos. Do outro lado, o mercado argentino crescia e demandava cada vez mais carros brasileiros. O desequilíbrio fez com que a proporção chegasse a algo próximo de 2 entre julho de 2015 e junho de 2017.

    Di Si nega que as conversas para ampliar o flex tenham sido motivadas pelo desequilíbrio. No entanto, ele disse que as garantias cobradas são uma forma de restringir o comércio. A Volkswagen foi uma das montadoras que receberam a notificação do governo argentino.

    O executivo também rejeitou a ideia de que uma mudança do acordo, antes do fim da sua vigência, vai contra a tão demandada previsibilidade para os negócios. Isto porque, para ele, o aumento do flex estimularia o comércio, em vez de travar. "Se é uma mudança positiva para os dois lados, eu concordo", disse o executivo, que participa de evento do setor em São Paulo, realizado pela editora AutoData.

    Segundo o presidente da Volkswagen, as últimas reuniões entre Brasil e Argentina foram muito produtivas. Ele aposta em um acerto no segundo semestre. Os dois governos, afirmou, caminham para um entendimento comum.