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  • Demanda do consumidor por crédito cresce 5,3% em janeiro, diz Serasa

    19/02/2018




    ECONOMIA
    Karla Spotorno

    São Paulo - A quantidade de pessoas que buscou crédito em janeiro cresceu 5,3% ante dezembro. Em relação ao primeiro mês do ano passado, o avanço foi muito maior: 20,3%. É o que mostra levantamento da Serasa Experian divulgado nesta segunda-feira, 19.

    O aumento da procura por crédito em janeiro aconteceu em todas as classes de renda, segundo a pesquisa. Entre as diferentes faixas de remuneração, o maior crescimento porcentual aconteceu entre os que recebem mensalmente mais de R$ 10.000 (+6,4%).

    De acordo com os economistas da Serasa Experian, o "recuo das taxas de juros com a expansão da oferta de crédito ao consumidor, aliado à melhora gradual do mercado de trabalho e à queda da inadimplência", impulsionaram a busca do consumidor por algum tipo de empréstimo.

    A maior demanda foi observada em todas as regiões do País. No Centro-Oeste, a alta foi de 7,4% em relação a dezembro/17. No Sul, ficou em 6,3%. No Sudeste, o avanço foi de 6,0%. Já no Norte e Nordeste, o crescimento foi de 4,4% e de 1,9%, respectivamente.

    O Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito é construído a partir de uma amostra de CPFs, consultados mensalmente na base de dados da empresa.

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  • Alta do PIB de 2018 sobe de 2,70% para 2,80%, prevê Focus

    19/02/2018




    ECONOMIA
    Eduardo Rodrigues

    Brasília - O mercado financeiro alterou sua projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2018. A expectativa de alta para o PIB este ano passou de 2,70% para 2,80% no Relatório de Mercado Focus divulgado nesta segunda-feira, 19. Há um mês, a perspectiva estava em 2,70%. Para 2019, o mercado manteve a previsão de alta do PIB, de 3,0%. Quatro semanas atrás, a expectativa era de 2,99%.

    O Banco Central atualizou suas projeções para o PIB no Relatório Trimestral de Inflação (RTI) divulgado em dezembro. O crescimento projetado para 2017 - dado ainda não divulgado oficialmente pelo IBGE - é de 1,0%. Para 2018, a estimativa é de 2,6%.

    No Focus desta segunda, a projeção para a produção industrial de 2018 passou de avanço de 3,50% para alta de 3,51%. Há um mês, estava em 3,15%. No caso de 2019, a estimativa de crescimento da produção industrial foi de 3,08% para 3,20%, ante 3,04% de quatro semanas antes.

    No início de fevereiro, o IBGE informou que a produção industrial subiu 2,8% em dezembro ante novembro, encerrando 2017 com alta acumulada de 2,5%.

    No Focus agora divulgado, a projeção para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB para 2018 foi de 55,50% para 55,30%. Há um mês, estava em 55,40%. Para 2019, a expectativa no boletim Focus foi de 57,90% para 57,70%, ante 58,0% de um mês atrás.

    Balança comercial

    Os economistas do mercado financeiro alteraram suas projeções para a balança comercial em 2018. A estimativa de superávit comercial este ano subiu de US$ 54,50 bilhões para US$ 54,60 bilhões da última semana para esta, ante US$ 53,00 bilhões de um mês antes.

    Para 2019, a estimativa de superávit seguiu em US$ 45,00 bilhões, mesmo valor de um mês antes.

    Na estimativa mais recente do BC, atualizada na Nota do Setor Externo divulgada em dezembro, o saldo positivo de 2018 ficará em US$ 59,0 bilhões.

    No caso da conta corrente, as previsões contidas no Focus para 2018 passaram de déficit de US$ 26,60 bilhões para déficit de US$ 26,80 bilhões. Há um mês, o déficit estimado era de US$ 27,65 bilhões. A estimativa do BC para o déficit em conta em 2018 é de US$ 18,4 bilhões.

    O mercado alterou a projeção de rombo nas contas externas em 2019, de US$ 38,50 bilhões para US$ 39,10 bilhões. Um mês atrás, o rombo projetado era de US$ 40,00 bilhões.

    Para os analistas consultados semanalmente pelo BC, o ingresso de Investimento Direto no País (IDP) será mais do que suficiente para cobrir o resultado deficitário, tanto em 2018 quanto em 2019.

    A mediana das previsões para o IDP este ano seguiu em US$ 80,00 bilhões. Há um mês, estava no mesmo patamar. A projeção atual do BC para 2018 também é de IDP de US$ 80,00 bilhões. Para 2019, a perspectiva de volume de entradas de investimento direto, de acordo com o Focus, seguiu em US$ 80,00 bilhões. Há quatro semanas, o valor projetado era o mesmo.

  • Câmbio para fim de 2018 segue em R$ 3,30, aponta Focus

    19/02/2018




    ECONOMIA
    Eduardo Rodrigues

    Brasília - O Relatório de Mercado Focus divulgado na manhã desta segunda-feira, 19, pelo Banco Central (BC), mostrou que a projeção para a cotação da moeda americana no fim de 2018 seguiu em R$ 3,30. Há um mês, ela estava em R$ 3,34. O câmbio médio de 2018 seguiu em R$ 3,28, ante R$ 3,31 de um mês atrás.

    No caso de 2019, a projeção dos analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central para o câmbio no fim do ano continuou em R$ 3,39, ante R$ 3,40 de quatro semanas atrás. Já a expectativa para o câmbio médio foi de R$ 3,33 para R$ 3,34 de uma semana para outra ante R$ 3,38 de quatro semanas atrás.

  • IBC-Br sobe 1,04% no acumulado de 2017, sem ajuste, afirma Banco Central

    19/02/2018




    ECONOMIA
    Fabrício de Castro

    Brasília - O Índice de Atividade do Banco Central (IBC-Br) acumulou alta de 1,04% em 2017, informou na manhã desta segunda-feira, 19, o Banco Central (BC). O porcentual diz respeito à série sem ajustes sazonais. Este é o primeiro avanço anual após três anos de queda, desde 2013, quando havia subido 4,48%.

    O resultado ficou dentro do esperado pelo mercado financeiro. Conforme levantamento do Projeções Broadcast, as estimativas para 2017 variavam de +0,90% a +1,20%, com mediana de +1,10%.

    Considerado uma espécie de prévia do BC para o PIB por analistas, o IBC-Br serve como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses. A previsão oficial do BC para a atividade doméstica em 2017 é de avanço de 1,0%, sendo que este número havia sido informado em dezembro. O IBGE divulgará o dado oficial do PIB do ano passado apenas no dia 1º de março. Para 2018, o BC estima um crescimento de 2,6% para a economia.

    Dezembro

    Após subir 0,30% em novembro (dado já revisado), a economia brasileira registrou nova alta em dezembro de 2017. O IBC-Br avançou 1,41% em dezembro ante novembro, na série com ajuste sazonal, segundo o Banco Central.

    O índice de atividade calculado pelo BC passou de 137,50 pontos para 139,44 pontos na série dessazonalizada de novembro para dezembro. Este é o maior patamar para o IBC-Br com ajuste desde junho de 2015 (139,80 pontos).

    A alta do IBC-Br ficou dentro do intervalo obtido entre analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast, que esperavam resultado entre zero e +2,90% (mediana em +1,09%).

    Na comparação entre os meses de dezembro de 2017 e dezembro de 2016, houve alta de 2,14% na série sem ajustes sazonais. Esta série encerrou com o IBC-Br em 136,47 pontos em dezembro, ante 133,61 pontos de dezembro do ano passado.

    O indicador de dezembro de 2017 ante o mesmo mês de 2016 mostrou desempenho abaixo do apontado pela mediana (+2,40%) das previsões de analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Projeções Broadcast (+1,60% a +3,49% de intervalo). O patamar de 136,47 pontos é o melhor para meses de dezembro desde dezembro de 2014 (145,48 pontos).

  • IPCA para 2018 cai de 3,84% para 3,81%, aponta Focus

    19/02/2018




    ECONOMIA
    Eduardo Rodrigues

    Brasília - Os economistas do mercado financeiro alteraram suas projeções para a inflação de 2018. O Relatório de Mercado Focus divulgado nesta segunda-feira, 19, pelo Banco Central, mostra que a mediana para o IPCA este ano caiu de 3,84% para 3,81%. Há um mês, estava em 3,95%. Já a projeção para o índice de 2019 permaneceu em 4,25%, mesmo porcentual de quatro semanas atrás.

    Na prática, as projeções de mercado agora divulgadas no Focus indicam que a expectativa é de que a inflação em 2018 fique dentro da meta, de 4,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (índice de 3,0% a 6,0%). Para 2019, a meta é de 4,25%, com margem de 1,5 ponto (de 2,75% a 5,75%).

    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou, no início de fevereiro, que o IPCA de janeiro subiu 0,29%. O resultado ficou abaixo do que esperava o mercado financeiro. Em 12 meses, a taxa acumulada é de 2,86%.

    No início do mês, antes da divulgação do IBGE, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC atualizou suas projeções para o IPCA: 4,2% para 2018 e 4,2% para 2019.

    Entre as instituições que mais se aproximam do resultado efetivo do IPCA no médio prazo, denominadas Top 5, a mediana das projeções para 2018 no Focus caiu de 3,86% para 3,75%. Para 2019, a estimativa do Top 5 continuou em 4,25%. Quatro semanas atrás, as expectativas eram de 3,80% e 4,00%, respectivamente.

    Já a inflação suavizada para os próximos 12 meses foi de 4,03% para 4,04% de uma semana para outra - há um mês, estava em 4,00%.

    Entre os índices mensais mais próximos, a estimativa para fevereiro de 2018 foi de 0,42% para 0,40%. Um mês antes, estava em 0,44%. No caso de março, a projeção passou de 0,31% para 0,30% ante 0,32% de quatro semanas antes.

    No Relatório Trimestral de Inflação (RTI), publicado em dezembro, o BC havia atualizado sua projeção de inflação para fevereiro, para 0,47%.

    Preços administrados

    O Relatório Focus indicou manutenção na projeção para os preços administrados em 2018. A mediana das previsões do mercado financeiro para o indicador este ano continuou em uma alta de 4,80%. Para 2019, a mediana permaneceu em 4,45%. Há um mês, o mercado já projetava aumento de 4,80% para os preços administrados em 2018 e elevação de 4,45% em 2019.

    As projeções atuais do BC para os preços administrados indicam elevações de 4,80% em 2018 e 4,10% em 2019. Estes porcentuais foram atualizados na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada na semana passada.

    Outros índices

    O relatório do Banco Central mostrou, ainda, que a mediana das projeções do IGP-DI de 2018 passou de 4,46% para 4,36%. Há um mês, estava em 4,50%. No caso de 2019, o IGP-DI projetado foi de 4,27% para 4,25%, ante 4,28% quatro semanas antes.

    Calculados pela Fundação Getulio Vargas (FGV), os Índices Gerais de Preços (IGPs) são bastante afetados pelo desempenho do dólar e pelos produtos de atacado, em especial os agrícolas.

    Outro índice, o IGP-M, que é referência para o reajuste dos contratos de aluguel, foi de 4,51% para 4,50% nas projeções dos analistas para 2018. Quatro levantamentos antes, estava também em 4,50%. Para 2019, a projeção continuou em 4,30%, como já estava quatro semanas atrás.

    Já a mediana das previsões para o IPC-Fipe de 2018 foi de 4,19% para 3,86% no Focus. Um mês antes, a mediana das projeções do mercado para o IPC era de 4,23%. No caso de 2019, a projeção continuou em 4,09%, ante 4,10% de um mês antes.

  • BB Seguridade: Lucro líquido é de R$ 941 mi no 4tri17, queda de 12,5% em 12 meses

    19/02/2018




    ECONOMIA
    Aline Bronzati

    São Paulo - A BB Seguridade, holding que concentra os negócios de seguros do Banco do Brasil, anunciou lucro líquido ajustado de R$ 940,851 milhões no quarto trimestre do ano passado, montante que representou queda de 12,5% em relação ao identificado no mesmo período de 2016, de R$ 1,075 bilhão. Na comparação com os três meses imediatamente anteriores, quando o resultado foi de R$ 1,021 bilhão, foi identificada queda de 7,9%.

    O lucro do quarto trimestre, conforme explica a holding em relatório que acompanha as suas demonstrações financeiras, foi impactado pela queda no resultado operacional e ainda a contínua retração do resultado financeiro, que tem sido impactado pela queda dos juros básicos no País, a Selic. "Em 2017, o lucro líquido foi impactado principalmente pela queda da taxa Selic e dos índices de inflação, o que levou o resultado financeiro combinado das empresas do grupo a uma queda de 12,2% quando comparado ao exercício anterior", acrescenta a companhia, em relatório.

    No ano passado, o lucro líquido ajustado da BB Seguridade foi a R$ 3,9 bilhões, retração de 4,8% em relação ao obtido no exercício de 2016, de R$ 4,107 bilhões. Com tal desempenho, a companhia está dentro das expectativas divulgadas no guidance revisado em agosto, de redução dos resultados de 1% a 5% neste ano. Para 2018, a BB Seguridade divulgou que espera que seu resultado encolha até 2% na pior das hipóteses e, no melhor cenário, cresça no máximo 2%.

    O resultado contábil da companhia, que considera eventos extraordinários, foi de R$ 907,917 milhões de outubro a dezembro, queda de 7,5% em um ano e de 23,8% no comparativo trimestral. Em 2017, foi a R$ 4 bilhões, incremento de 0,9% na comparação com 2016. A diferença do lucro contábil e do ajustado no comparativo trimestral se justifica, conforme a companhia, por ajustes de comissões a receber na BB Corretora - braço de distribuição de seguros do Banco do Brasil - e ainda de prêmios de resseguros a pagar na coligada SH2, que, dentre os ramos em que atua, abrange seguro de automóvel e grandes riscos.

    Prêmios

    No quarto trimestre, o volume total de prêmios emitidos de seguros, contribuições de previdência e arrecadação com títulos de capitalização da BB Seguridade alcançou R$ 17,095 bilhões, recuo de 18,7% sobre igual período de 2016, de R$ 21,022 bilhões. Em relação ao terceiro trimestre, porém, quando ficou em R$ 15,8 bilhões, foi vista elevação de 8,05%.

    Em 2017, o volume total de prêmios emitidos de seguros, contribuições de previdência e arrecadação com títulos de capitalização da BB Seguridade foi a R$ 61,9 bilhões, queda de 10,15% ante 2016, quando a cifra foi de R$ 68,876 bilhões.

    Apesar da redução, a BB Seguridade destaca, em nota, que seguiu na liderança de mercado nos segmentos em que atua. "O ano de 2017 foi marcado por uma forte recuperação do desempenho comercial ao longo do segundo semestre, com o volume de prêmios emitidos de seguros, contribuições de previdência e arrecadação com títulos de capitalização registrando crescimento de 13,6% em relação ao primeiro semestre do ano, com destaque para a Brasilcap (+58,5%), Brasilprev (+14,7%) e BB MAPFRE SH1 (+15,3%)", explica a companhia.

    A BB Seguridade terminou dezembro com R$ 10,1802 bilhões em ativos totais, aumento de 8,4% em um ano. Na comparação com o trimestre anterior, a alta foi de 9,0%. Seu patrimônio líquido foi a R$ 8,898 bilhões, crescimento de 7,4% e recuo de 10,0%, respectivamente. O retorno ajustado da BB Seguridade (RSPL) foi a 42,2% ao final de dezembro contra 46,4% ao final de setembro e 52,2% no mesmo mês do ano passado.

  • IGP-M na 2ª prévia de fevereiro fica em 0,03%, ante 0,82% na 2ª prévia de janeiro

    19/02/2018




    ECONOMIA
    Daniela Amorim

    Rio - O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu 0,03% na segunda prévia de fevereiro, após ter aumentado 0,82% na segunda prévia de janeiro. A informação foi divulgada na manhã desta segunda-feira, 19, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice acumulou alta de 0,78% no ano, mas uma redução de 0,46% em 12 meses.

    A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a segunda prévia do IGP-M de fevereiro. O IPA-M, que representa os preços no atacado, caiu 0,13% em fevereiro, ante um avanço de 1,07% na segunda prévia de janeiro. O IPC-M, que corresponde à inflação no varejo, apresentou elevação de 0,35% na prévia de fevereiro, depois de uma alta de 0,43% em igual leitura de janeiro. Já o INCC-M, que mensura o custo da construção, teve alta de 0,26% na segunda prévia de fevereiro, depois do aumento de 0,19% na segunda prévia de janeiro.

    O IGP-M é usado para reajuste de contratos de aluguel. O período de coleta de preços para cálculo do índice foi de 21 de janeiro a 10 de fevereiro. No dado fechado do mês de janeiro, o IGP-M subiu 0,76%.

    IPAs

    Medidos pelo IPA Agrícola, os preços dos produtos agropecuários caíram 1,04% no atacado, na segunda prévia do IGP-M de fevereiro. Na mesma prévia de janeiro, houve elevação de 0,52%, segundo a FGV.

    Os preços dos produtos industriais no atacado, medidos pelo IPA Industrial, tiveram aumento de 0,17% na segunda prévia de fevereiro ante alta de 1,25% na mesma prévia do mês anterior.

    Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os bens finais tiveram queda de 0,74% na segunda prévia de fevereiro, depois do aumento de 0,93% na mesma prévia de janeiro.

    Os preços dos bens intermediários tiveram aumento de 0,97% na prévia de fevereiro ante elevação de 1,04% na segunda prévia de janeiro. Os preços das matérias-primas brutas caíram 0,71% na segunda leitura de fevereiro, após uma alta de 1,29% na mesma prévia de janeiro.

  • IPC-S desacelera em 6 das 7 capitais analisadas na 2º quadrissemana, aponta FGV

    19/02/2018




    ECONOMIA
    Thaís Barcellos

    São Paulo - O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) desacelerou em seis das sete capitais pesquisadas entre a primeira quadrissemana de fevereiro e a segunda leitura do mês, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira, 19. No geral, o IPC-S arrefeceu de 0,70% para 0,46% no período.

    Por regiões, o decréscimo nas taxas foi apurado em Brasília (0,05% para -0,14%), Belo Horizonte (0,54% para 0,35%), Recife (0,53% para 0,31%), Rio de Janeiro (0,73% para 0,44%), Porto Alegre (0,90% para 0,58%) e São Paulo (0,82% para 0,49%).

    Em contrapartida, apenas a cidade de Salvador registrou aceleração no período, de 0,73% para 0,85%, de acordo com a FGV.

  • Via Varejo tem lucro líquido de R$ 129 milhões no 4º trimestre, +72% em um ano

    19/02/2018




    NOTICIA,
    Luana Pavani e Dayanne Sousa

    São Paulo - A Via Varejo reportou lucro líquido de R$ 129 milhões no quarto trimestre de 2017, resultado 72% superior ao do mesmo período do ano anterior. A companhia, dona das redes de varejo de eletroeletrônicos Pontofrio e Casas Bahia, acumulou em 2017 lucro de R$ 195 milhões, revertendo prejuízo de R$ 95 milhões em 2016, conforme dados auditados. A empresa também informa o resultado pro forma, que já inclui nos resultados de 2016 os números da operação de comércio eletrônico de forma integrada. A combinação dos negócios de e-commerce com a operação de lojas físicas ocorreu apenas durante o quarto trimestre de 2016. Segundo esse critério, a variação no quarto trimestre é de 918,6% sobre os R$ 13 milhões registrados no quarto trimestre de 2016, enquanto o resultado no acumulado do ano. Há ainda outras variações, se considerado o resultado pro forma excluindo os impactos de Lei do Bem - os números do quarto trimestre de 2016 foram ajustados por créditos no valor de R$ 399 milhões. Assim, o lucro líquido de R$ 129 milhões no quarto trimestre seria comparado a um prejuízo líquido pro forma ajustado de R$ 251 milhões no mesmo período do ano anterior e o lucro líquido anual, de R$ 195 milhões, reverteria prejuízo pro forma ajustado em 2016 de R$ 1,013 bilhão. O lucro líquido de R$ 129 milhões no quarto trimestre de 2017 ficou em linha com as estimativas do mercado. A média das projeções de seis instituições financeiras consultadas pelo Prévias Broadcast (BB Investimentos, Brasil Plural, BTG Pactual, Goldman Sachs, Itaú BBA e Santander) indicava um lucro de R$ 136 milhões. A comparação leva em conta o resultado pro forma, que já inclui nos resultados de 2016 os números da operação de comércio eletrônico de forma integrada. A combinação dos negócios de e-commerce com a operação de lojas físicas ocorreu apenas durante o quarto trimestre de 2016. O Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, considera que o resultado está em linha com as projeções quando a variação para cima ou para baixo é de até 5%. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da varejista ajustado - excluindo outras receitas e despesas operacionais - atingiu R$ 523 milhões de outubro a dezembro, queda de 4% no informe auditado em relação ao mesmo intervalo de 2016, e no ano somou R$ 1,579 bilhão, alta de 40,9% sobre o ano anterior. A variação pro forma é de alta de 263,4% ante o quarto trimestre de 2016, de R$ 144 milhões, e no ano aumento de 161%, ante R$ 606 milhões em 2016. O Ebitda também ficou próximo das estimativas, que era de R$ 520 milhões. A margem Ebitda ajustada foi de 7,0% no quarto trimestre, contra 2,2% no mesmo intervalo de 2016, e no ano subiu para 6,1%, de 2,6%, ainda conforme o demonstrativo pro forma. A receita líquida da Via Varejo nos três meses finais de 2017 atingiu R$ 7,4 bilhões, crescimento de 11,7% ante os mesmos meses de 2016. No exercício de 2017, ficou em R$ 25,690 bilhões, alta de 29,6%. A administração destaca que nas lojas físicas houve aumento de vendas mesmas lojas (abertas há mais de um ano) de 14,8%, contra queda de 1,7% no quarto trimestre de 2016. Em 2017, o indicador foi de 11,6%, em comparação com queda de 1,9% em 2016. A receita líquida apurada pela Via Varejo também ficou em linha com a média das estimativas, de R$ 7,584 bilhões.

  • Casino inicia negociações exclusivas para compra de varejista online de calçados

    19/02/2018




    NOTICIA,


    Paris - O conglomerado varejista francês Casino Guichard-Perrachon informou hoje que sua subsidiária Monoprix iniciou negociações exclusivas para a compra da Sarenza, varejista online francesa especializada em calçados. A iniciativa vem após a Monoprix fechar uma série de parcerias e faz parte da estratégia de digitalização do Casino. Não foram revelados detalhes da proposta financeira pela Sarenza. A Sarenza, cuja receita totalizou 250 milhões de euros (US$ 310,2 milhões) em 2017, vende calçados e acessórios em 30 mercados da Europa, segundo comunicado do Casino. No Brasil, o Casino é controlador do Grupo Pão de Açúcar. Fonte: Dow Jones Newswires.

  • Exportações do Japão sobem pelo 14º mês seguido em janeiro

    19/02/2018




    ECONOMIA


    Tóquio - As exportações do Japão cresceram pelo 14º mês consecutivo em janeiro, impulsionadas pela continuidade da demanda da Ásia por equipamentos para a produção de semicondutores, segundo dados do Ministério de Finanças do país.

    No mês passado, as exportações japonesas subiram 12,2% ante janeiro de 2017, superando a expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam aumento de 11%.

    Já o saldo na balança comercial do Japão em janeiro foi de déficit de 943,4 bilhões de ienes, um pouco menor que o déficit de 1,004 trilhão de ienes estimado em pesquisa do jornal Nikkei.

    No comércio com os EUA, o superávit comercial do Japão teve queda anual de 12,3% em janeiro, a 349,6 bilhões de ienes.

    O presidente americano, Donald Trump, tem criticado China e Japão por acumularem grandes superávits com os EUA e por supostas "práticas comerciais injustas". Fonte: Dow Jones Newswires.